domingo, 22 de maio de 2011

EU E DEUS, O TERMÔMETRO E O PERFUME.

 
Existe uma parte na Bíblia que nos posiciona como soldados, ao nos cingir de um capacete, uma couraça,um cinto, um escudo, uma espada e calçados (Efésios 6:14-17).

Ao longo da caminhada cristã, após termos sido aceitos por Cristo e sermos novas criaturas, ganhamos um termômetro da fé. 
Ele mede nosso grau de comunhão com Deus e quando o nível de relacionamento está baixo, é possível diagnosticar sintomas como: ansiedade, tristeza, preocupação excessiva, nervosismo. O cristão se transforma em alguém morno ou frio, se acostuma ao pecado e não se sente mais arrependido, constrangido. Não consegue orar, nem sente vontade de ler a Bílbia e pensa que seus pensamentos, monitorados pelo Senhor, são justos e justificáveis a Ele. Porém a Bíblia diz que o morno será vomitado da boca do Senhor; que o Reino é tomado por esforço; que quem quiser preservar sua vida, a perderá; que o coração do homem é enganoso...quem o conhecerá?

Eu consigo perceber quando estou seguindo o Espírito, meu termômetro indica. E quando estou bem com Deus, sinto todo seu poder em mim e os dons que Ele me deu são ressaltados, minha esperança é restaurada e o motivo de existir é confirmado.

Outro item é o perfume de Cristo. 
A palavra diz que onde estiver o morto, aí se ajuntarão os abutres, entre outras conclusões, o cheiro disso não deve ser nada bom. Ouvi no telejornal uma frase dizendo que a companhia de tal pessoa era “alça de caixão”, se andar junto, desce (é enterrado) junto. Claro que as más conversações corrompem os bons costumes (1 Coríntios 15:33). A Bíblia diz que somos o bom perfume de Deus. Este perfume é cheiro de morte para a morte e aroma de vida para vida (2 Coríntios 2:!6). Quem não nasceu em berço cristão entenderá que o verdadeiro cristão exala um perfume que incomoda àqueles que o invejam pela sua segurança de vida ou àqueles que se afastaram de Cristo, reconhecem o Seu nome e sabem que um dia haverá juízo.

Você já checou seu termômetro e exalou seu perfume?

Texto de Ligia Almeida (Colaboradora do Blog Mente do Pregador)
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